A saga continua…

18 08 2010

Ok, deixei muito suspense. Não era minha intenção juro… mas não tive mais como escrever porque esqueci meu carregador na Alemanha… sem falar que a internet aqui em casa não funciona direito e toda vez que tô escrevendo e a internet cai eu fico puta e paro. Também quando penso que tenho que contar essa história pela 29819832 vez perco logo a vontade.
Caaalma caaalma caaalma que eu explico. Onde estávamos?

Então, lá estava eu alegre e saltitante depois do meu primeiro dia de estágio…ADORANDO aquela cidade, pensando nos dias que viriam e como eu ia ter boas memórias daquele lugar. Fui comprar um ventilador e um celular… estava descendo a escada da loja, que era aquelas de alumínio e puff plaft poing , cai feio e torci meu tornozelo. Ou pelo menos eu achei na hora que tinha só torcido apesar da dor infernal que eu senti.

Cai e fiquei esperando a dor passar e a aglomeração de pessoas foi se formando ao meu redor. (o povo gosta de tragédia no mundo todo viu galera) Logo chegou um funcionário da loja com gelo e perguntando se podia me ajudar com algo. So ele falava inglês das varias pessoas ao meu redor que me perguntavam coisas em alemão. Coloquei gelo e achei que ja dava pra levantar… quando pisei, AAAAAAAIIIIIIIIIIII !

Pronto. O rapazinho funcionário da loja chamou a ambulância e eu fiquei esperando na escada pacientemente moooorta de vergonha. E o rapazinho aperriado, me oferecendo agua, cafe, chá… e eu disse olha, na verdade eu vim aqui comprar um celular, vc pode me ajudar? E ele trouxe na escada os modelos pra eu escolher, escolhi, ele foi no caixa pagar pra mim e ainda configurou o bicho. Certamente uma experiência de shopping única e memorável hahahah.

A ambulância chegou, aquele mico, todo mundo olhando… eu não conseguia ficar seria com a situação, morria de rir da vergonha pensando ” ave maria, eu so torci meu pé e to fazendo esse BAFAFA aqui no centro de Stuttgart, que coisa de mulherzinha fresca” hahahahah pow vcs precisam ver o tamanho do trambolho que era aquela maca. E eu só com o pé “torcido” com aquele auê todo né. Mas fui lá, andei na ambulância pela primeira vez, parecia filme e daqueles sem legendas pq eu não entendia quase nada do que falavam comigo. No caminho, liguei pro Frederik do meu celular novo pra contar que estava indo pro hospital.

Cheguei no hospital, fiz o Raio X e tal, me deixavam de lá pra cá, cá pra lá, sempre me colocando numa nova sala sem dizer o que estava acontecendo. Eu perguntava pras enfermeiras e elas só me diziam que o médico ia falar comigo… “later later.. wait… doctor tell you” AGONIA.

Então me levaram pra uma sala que parecia uma sala de cirurgia. Ninguém me dizia nada, só me pediam pra esperar. Quando vc ta num lugar assim (veja fotos abaixo) algo de bom não vai acontecer. Eu só pensava : pqp vão amputar meu pé esses nazistas!!!!

Quando finalmente foram falar comigo, depois de uns 30 minutos me disseram que eu tinha fraturado e provavelmente teria que operar.

Minha mente: “COMASSIM OPERAR? Não não não, vcs não tão entendendo meus caríssimos médicos alemães, eu só torci meu pé ta certo? Vamos combinar assim: eu finjo que vc não me disse isso, vc me dá meu Gelol , manda eu passar um gelim aqui em cima e fica tudo resolvido? EeEeEeEee ?”

“We will put 4 screws on your ankle to make it stable”. Tipo assim, fooodeuuu. CHOQUE NE! Euzinha que morro de medo de tirar exame de sangue, odeio qualquer tipo de corte, nunca quebrei um osso na vida e nunca fiz cirurgia, que larguei meu futuro brilhante e rico como uma renomada cirurgiã pq não posso ver sangue, ia ter que por parafusos nos meus ossos em plena Alemanha com 4 dias de chegada?? Não não, eu não queria acreditar. Então a médica disse que tava muito inchado e que ia engessar e que no outro dia pela manha eu fosse lá de novo pra fazer novos exames e confirmar a necessidade da cirurgia.

Comecei a chorar, tava com tanto medo gente… quando sai da sala ainda antes de por o gesso o Frederik e o Eugene já estavam lá os bichinhos, esperando preocupados. Eu disse que tava desesperada que ninguém falava inglês direito e que eu não sabia o que tava acontecendo. Finalmente o Freddie me ajudou com as traduções e ficou mais claro: A cirurgia era quase certa, mas eles queriam verificar melhor pq aparentemente o osso que eu quebrei é raro de ser quebrado sem quebrar um monte de outros ossos ao redor. Então eles queriam ter a certeza que era só aquele mesmo.

Fui pra casa já com minha muletas, mas não sabia usar direito ainda. A gente ver o povo usando e pensa que é fácil né? Mas não é não! Especialmente se vc tem os bracinhos fininhos e fracos como o meu. Doía muitooo, tanto a perna quanto os braços…

Logo chegando em casa eu já percebo como é difícil fazer as coisas com um pé só. (Gente imagina aí a logística de entra numa banheira sem por um dos pés no chão nunca, fueda)  O Niels, meu colega de apartamento, fez jantar pra mim e pegou água pra mim algumas vezes. Eu não conseguia nem pegar nada. Ele foi tão bonzinho, mas eu fiquei morta de vergonha, afinal o conhecia a 4 dias. Fui dormir e só o que eu pedia a Deus era que por favor me dissessem que eu precisava operar. Mas fui lá no outro dia e precisou. Realmente eu tinha quebrado apenas aquele ossinho mas tb tinha rompido o ligamento e o cirurgião chefe, depois de discutir com outro cirurgião na minha frente por 20 minutos, em alemão, me disse finalmente que eu teria que operar sim. =(=(=( Lost in translation total.

hyhyhfythyahbyhyss hoykgyrenubrbe hisrytrhdfbgrsrfgs  throsghrhtbcsfghts hyhyhfythyahbyhyss hoykgyrenubrbe hisrytrhdfbgrsrfgs  throsghrhtbcsfghts hyhyhfythyahbyhyss hoykgyrenubrbe hisrytrhdfbgrsrfgs  throsghrhtbcsfghts hyhyhfythyahbyhyss hoykgyrenubrbe hisrytrhdfbgrsrfgs  throsghrhtbcsfghts hyhyhfythyahbyhyss hoykgyrenubrbe hisrytrhdfbgrsrfgs  throsghrhtbcsfghts hyhyhfythyahbyhyss hoykgyrenubrbe hisrytrhdfbgrsrfgs  throsghrhtbcsfghts….(20 minutos) = You have to do a surgery friday. – okaaaayyyyy

Comecei a chorar desesperada, tive que assinar um monte de papeis em alemão autorizando a cirurgia, a anestesia… que foi marcada para a sexta feira. Fui resolver umas coisas de papelada com o seguro depois, e a mulher não falava nada de inglês. Então não conseguimos nos entender. Eis que aparece o meu anjo da guarda enviado pela minha mãe, a Keka.
Keka é uma amiga da minha mãe das épocas de adolescência que mora em uma cidadezinha 1 hora de Stuttgart desde 85 (acho que é 85). Por coincidência ela e a mamãe trocaram emails uma noite antes da minha queda e ela disse que morava perto de Stuttgart. Pois a mamãe entrou em contato com ela e ela foi até o hospital gente, e me ajudou com todas as traduções, conversou com os médicos, me tranquilizou e me levou pra casa dela que era numa vilazinha lindaaa com aquelas casas bem alemãs (pq eu não tinha condições de tomar banho, cozinhar, lavar roupas, fazer compras, nada enfim). Na casa dela, fui super bem tratada, ela fazia tudo por mim. Me ajudava no banho, me ajudava a andar, e ainda fazia massagem com óleo chinês na minha perna e rezava comigo quando e acordava chorando de dor. A sensação que eu tinha era que meu tornozelo estava sendo cortado com serra.  Mas passou passou =)

Me impressionei tb com a quantidade de mensagens e de atenção que eu recebi dos meus familiares e amigos. Pessoas com quem eu pouco falava ou que pouco conhecia estavam me mandando email preocupadas comigo e me desejando boa sorte, energias positivas e melhoras, ligando, mandando sms. Mais uma vez, obrigada a todos vcs. Foi muito importante para que eu ficasse calma e positiva para a cirurgia. Mas mesmo assim gente, com todo esse apoio, eu tava com muito medo dessa cirurgia. Sou muito mole pra essas coisas. E tb estar num pais sozinha , sem entender nada não ajudava muito. Então, conversando com meus pais, vi que o mais correto naquele momento seria voltar para o Brasil. Eu não tinha condições de passar 2 meses sem pisar o pé no chão dependente de pessoas que eu mal conhecia. Sem um apoio que eu teria no Brasil. Então como eu tava muito nervosa e aflita, meu pai foi até a Alemanha para ficar comigo no hospital e me buscar.

Na noite anterior a cirurgia eu nem dormi lógico, tava ainda nervosa…no outro dia fomos para o hospital eu e a Keka. A Keka ficou comigo o tempo inteiro me acalmando até eu entrar na sala de cirurgia. Mas não teve jeito, entrei chorando, me tremendo de medo… ouvi o enfermeiro dizendo “Buenos Diiiiias”… enfiando uma agulha na minha veia e eu perguntando se ia doer… nada mais me lembro. Ja acordei na sala de recuperação operadíssima, sem lombra e sem dor. Eu acordei tão bem disposta que nem me toquei que já tinha sido operada.

Pensei: pqp eu acordei da anestesia e vou ta acordada na cirurgia, nãoooooo. Ai eu perguntei pro enfermeiro desesperada e ele disse que eu já tava operada. Mexi meus dedinhos, tava tudo lá. Então eu dormi de novo e já acordei sendo movida pro quarto e a Keka do meu lado.
Quando acordei foi com muita dor no pé (no dedo mindinho do pé por incrível que pareça, depois descobriram que era um ponto de pressão que tava mal feito no gesso). Dai a enfermeira me deu uma droga lá altamente lombrante que eu fiquei me sentindo embriagada em 2 segundos. Muita lombra, mas a dor passou. Depois disso não sentia mais muita dor não, principalmente comparada a dor de antes de operar. O cirurgião me falou que a operação tinha sido um sucesso. Que eu só tinha colocado 2 parafusos e que eu poderia tirar os dois com 6 semanas.
O que eu mais estranhei no hospital foi o calor. Não tinha ar condicionado no quarto gente. Era uma janelona aberta entrando sol quente. Um calor infernal, sem nem um ventilador. Eu pingavaaaaa. Ainda tinha uma véia do meu lado que roncava mais alto que fogos de artifício. Quando foi a noite, umas 11:30pm, meu pai apareceu lá no quarto! Que bom vê-lo! Tão reconfortante saber que ele tava ali pertinho. Agora sim, tudo ia ficar bem. Ele só pôde me ver, pq ninguém pode dormir no hospital, mas no outro dia ele voltou bem cedo, e nos outros 4 dias tb. Mas ele só podia ficar lá no horário de visita. A noite eu tinha que ficar com a velha roncante e uma enfermeira que além de não falar nada nada de inglês ainda era tapada. Ainda lembro que uma noite meu pé doía, e eu falei pra ela por sinais, e ela chegou trazendo uma bacia pra fazer xixi(esqueci o nome daquelas coisas). Alias, ow trocinho humilhante aquela bacia de xixi viu gente. Deuusss que me livre. Emoção quando pude finalmente me levantar e ir no banheiro. E o primeiro banho então.. ahhh que alívio, tomei de água geladaaaa (se vcs não sabem eu odeio agua gelada do fundo do meu coração) e durante muitoooo tempo. Fiquei lá sentada debaixo da agua bem 30 minutos, parada, curtindo aquela limpeza gelada.

Passei 5 dias no hospital de muito tédio. O que me ajudava eram as msgs que Eugene, Freddie e Marco mandavam pro celular e o maravilhosooo hd externo que o Eugene me emprestou cheio de seriados e filmes. Assisti no hospital as 6 temporadas de How I Met your mother! Muito bom! O Niels tb foi um anjo comigo, ia me visitar no hospital, levou cesta de frutas feita por ele e pela Selina (outra colega de apartamento). O Eugene tb sempre dava uma passadinha quando podia, e ainda me levou flores. Eu que nem gosto de flores, adoreeeiii receber. O meu lado do quarto ficou o mais bonito com flores e cesta de frutas. =) Sem falar que meu pai tava ali sempre do meu ladinho durante o dia me mimando. Até vestido na H&M o póbi foi comprar pra mim =)

Depois que sai do hospital fiquei ainda uns 3 dias em casa com o papai. Saímos uma tarde para uma feira alemã de comida e claro cerveja, com a Keka e a sobrinha. Para minha surpresa não tinha salsichão lá, só coisa do mar e outras frituras. Passei foi mal de tanta fritura… mas tomei uma cervejinha alemã, claro. =)

Na ultima noite o Freddie e o Eugene levaram eu e o papai para jantar fora. Tava uma delicia! Não , eu não lembro o nome do prato, mas devia ter muitas consoantes e quase ou nenhuma vogal. Eu ainda não acreditava em tudo que tava acontecendo… eu tava gostando tanto de estar ali, de fazer aquele estágio, tinha sido tão difícil conseguir um estágio e agora eu tava indo pro Brasil mofar em casa? Mas eu acredito que nada acontece por acaso, e se isso aconteceu era porque eu precisava né?

Viemos para Fortaleza eu e papai dia 17 de Julho.  De primeira classe e tudo, pagos pelo seguro de saúde que foi sensacional durante todo o tratamento (MIC, super recomendo). Super atenciosos e sem frescuras. Viajar de primeira classe realmente é o bicho, mas não acho que compense a diferença no valor da passagem não, sinceramente. Massss, eu precisava ir com a perna levantada, foi tudo pago,  então eu aproveitei =D

Agora estou aqui em Fortal, faz 1 mês que cheguei! Nem acredito! O tempo ta voando demais. Dia 23 já faço minha segunda cirurgia, agora para remover os parafusos. To um pouco nervosa, mas nem tanto depois do que já passei. Já sai com meus amigos, matei saudade da minha família, fui pra casamento, ver jogo, na praia, no shopping, no centro espírita… já passeei um bocadim por aqui. Mas por algum motivo eu não tenho mais aquele sentimento de “tô em casa”. Mas tb não tenho mais aquele desgosto por Fortaleza que tinha antes.  Tô feliz de estar descansando, de estar vendo meus amigos, de estar matando a saudade das coisas que gosto daqui. Fortaleza vai tá sempre no meu coração, e eu vou sempre querer voltar, esteja onde eu estiver. As pessoas que estão aqui são muito especiais pra mim e eu vou sempre sentir saudade, e sempre querer ta perto. Eu tava morrendo de saudade de todos, só não tinha ainda parado pra me dar conta disso ainda com a vida corrida que é o mestrado.

Final de Setembro to voltando pra Madeira pra continuar meu mestrado, que por muita sorte minha não vai ser prejudicado de forma alguma já que to de férias. \o/ Minha prioridade agora é ficar totalmente recuperada pra voltar pra Funchal com todo o pique e com meu tornozelo 100% pra poder correr no Lido, subir todas aquelas ladeiras e voltar pra academia.

Tudo acontece por alguma razão. Já tive algumas pequenas reflexões aqui e confesso que tive certos aprendizados que eu não teria na Alemanha. Depender de alguém pra tudo realmente tem sido um desafio pra mim. Adoro ser independente e fazer o que quero na hora que quero e isso não é mais possível. Tb aprendi a dar mais valor a minha saúde, então to fazendo aqui um checkup geral e vou ter mais cuidado com minha saúde quando voltar para a Madeira, fazer exercícios, me alimentar melhor, tudo. Tb vejo mais claramente como tenho sorte de ter uma família tão maravilhosa por perto e amigos tão divertidos e amáveis. As vezes we take for granted esses presente que temos em nossas vidas. Fazemos drama e ficamos deprimidos com tanta besteira… um fim de namoro, uma decepção com algum amigo, algo que esperamos e não recebemos, o emprego que ta chato… enfim, milhares de coisas que na verdade não são tão essenciais na nossa vida. Deixamos nossa felicidade depender de fatores externos e de outras pessoas, quando só podemos ser realmente felizes quando nos desapegamos de tudo isso e achamos a felicidade dentro de nós mesmos. Tenho repensado muitos aspectos da minha vida e minha forma de ver as coisas. Tenho perdoado o que julgava imperdoável, tenho aceitado o que julgava uma fraqueza se aceitar, tenho agradecido mais, sorrido mais, arriscado mais, calado menos e tenho ficado mais em paz.  Confesso q ainda não tive a iluminação espiritual de porque exatamente isso teve que acontecer comigo. O porque de eu realmente ter que vir ao Brasil e não ter esse estágio que eu julgava ( e ainda julgo) tão importante no meu currículo. Será que foi realmente pro melhor? Será que isso não vai diminuir minhas chances de ter um emprego no futuro? “Não era pra ser” é a vozinha que escuto do meu anjo da guarda.

Seja como for aqui estou, e apesar de algumas dificuldades de locomoção, tenho tido todas as mordomias que eu poderia pedir. Confesso que tenho estado meio preguiçosa e não fiz ainda meu portfolio que eu tanto queria fazer. Acho que to em inércia… mas eu vou fazer… essa semana ja comecei a juntar o material. Agora sai! =)

Queria tb agradecer a atenção de todos os meus amigos e familiares comigo. Vcs tem sido maravilhosos, pacientes e extremamente solidários. Aliás eu tenho me surpreendido com a solidariedade das pessoas que nem me conhecem tb. Sempre querendo abrir portas pra mim, abrindo espaço para eu passar, me dando preferencia, perguntando o que houve e dizendo que vou ficar boa logo. Sinceramente, eu não me lembro de ter sido tão solidária e atenciosa quando algum amigo meu precisou, muito menos a desconhecidos. Mas agora tudo mudou, eu aprendi que existe solidariedade, e como foi bom estar desse lado e receber tanta ajuda.

Eu não sou nem era uma pessoa ruim, era apenas desligada, não era de prestar atenção nas pessoas ao meu redor, sempre ajudava o próximo, mas só quando me pediam. Pode ter certeza que isso mudou mesmo dentro de mim. Sou agora a Rafa solidária… =)
Bem meus leitores, se é que tem algum ainda depois desse meu abandono… fico por aqui. Escrevi muito mas esse post já era pra ter saído. Quem sabe agora que o publiquei, fique mais fácil escrever pouco a pouco o que tem acontecido por aqui.

Bjo a todos…

Fotinhas abaixo…

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2 responses

18 08 2010
fauzuda

Rafaela, melhoras, viu?
Continuo na torcida por sua recuperação total!
🙂

31 08 2010
lud

É nessas horas que percebemos o quanto somos queridos. Ás vezes precisamos de uma “lição” para dar valor a certas coisas. Que bom que voce conseguiu ver o lado bom disto tudo, inclusive as preciosidades que você deixou aqui em Fortaleza. E viva os anjos da guarda que Deus solta pelo mundo a fora pra nos proteger. Sinceramente, nunca pensei em poder comer o CHILLI DA RAFAELA no ano de 2010 e isto aconteceu. Efeito borboleta total!! AMO TU CASE…

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